quarta-feira, 22 de março de 2017

magia da unção das velas

Porque fazer a unção nas velas que você usará?

Quando adquirimos uma vela, ela está impregnada com a energia de outras pessoas, desde sua confecção até a revenda.
E o melhor que devemos fazer então, é energizá-las com as nossas energias e desejos.
Para isso basta untar a vela com o óleo ou essência relacionada ao desejo, e enquanto desliza os dedos ou as mãos pela vela, mentalize um arco-íris bem brilhante.
Unta-se a vela do pavio para a base quando queremos adquirir algo.
Unta-se a vela da base para o pavio quando queremos banir
algo.
Para untar basta pingar umas gotas da essência ou óleo na mão projetiva e girar a vela em sentido espiral.
Depois de untar a vela, você pode girar a vela nas ervas e
também fazer símbolos mágicos relacionados ao seu desejo.
Ou simplesmente unte a vela pedindo paz e harmonia, isto basta para estabilizar suas energias favoráveis e repassar para sua vida.
Nunca acenda uma vela em vão, sempre destine sua luz, mesmo que somente ao seu anjo da guarda.


terça-feira, 7 de março de 2017

a história mágica dos cupcakes

A história Mágica dos Cupcakes
Hoje os Cupcakes são muito populares, são até usados em reality show de culinária. Nos EUA e Inglaterra existem lojas especializadas somente na produção e venda dessas delícias culinárias.
Os Cupcakes são pequenos bolinhos doces com recheios e cobertos de forma artística e artesanal. Na Inglaterra quando sobravam pequenas porções de massas dos bolos, eles aproveitavam para fazer os pequenos "Fairy Cakes" ou "Bolos de Fadas".
Eles colocavam esses pequenos bolos em oferendas as fadas no parapeito de suas janelas, para que elas trouxessem sorte e bênçãos sobre a casa e a família. Como as fadas sempre foram ligadas aos destinos humanos, ser abençoado por elas, era de grande importância para os povos camponeses. Tradição que mesmo com o passar dos anos, não se perdeu e ganhou uma "nova versão" como os Cupcakes.
Cupcakes, ainda são chamados na Inglaterra de "Fairy Cakes" não por acaso! São dedicados como doces de oferendas para as fadas em forma elemental. Usar "Cupcakes" em rituais de fadas relembra essa antiga tradição inglesa e nos remete a provar essas delícias, que antes eram exclusividade para as fadas. As crianças inglesas adoram essa tradição, pois elas comiam "escondidas" os "Faery Cakes' que ficavam nas janelas e podiam colocar a culpa de terem desaparecido nas fadas. Uma dela deliciosa e encantada tradição que não deve se perder.


segunda-feira, 6 de março de 2017

como tirar energias negativas de sua casa

. É preciso estar sempre cuidando de sua casa: afinal ela é o seu lugar sagrado, onde você refaz as forças e compartilha a vida com sua família. Aqui vão algumas formas de limpar os ambientes, transmutando as energias negativas em fluidos que proporcionem paz, harmonia, saúde e prosperidade.

Sal Grosso1. O sal grosso é um eficiente puxador de energias negativas. Coloque três dedos num copo e deixe-o num cantinho próximo à entrada da casa (de preferência, atrás da porta).

2. Com um fio de cobre desencapado, faça uma espiral em formato de cone. Coloque sua base numa tigela média de vidro, porcelana ou barro. Encha a tigela de sal grosso e deixe-a num canto no chão da casa. Esse aparelho funciona como uma antena captadora de energias negativas.

Feng Shui3. Segundo esta antiga ciência chinesa para a harmonização de ambientes, deve-se manter os lugares sempre bem arejados, iluminados e livres do excesso de móveis e objetos. Faça uma boa arrumação na casa, desfazendo-se de tudo o que for velho, quebrado ou não tiver função. Arrume a mobília de modo que a circulação das pessoas seja fácil e livre de obstáculos. Dessa forma, a energia positiva conseguirá circular bem na casa.

4. Nos cantinhos de difícil acesso ou de pouca iluminação, o ideal é pendurar um cristal facetado no teto. Ele também podem ser usado na frente das janelas, para captar a luz do sol e irradiá-la para dentro de casa nas cores do arco-íris, que têm ótima energia.

Aromas5. A essência de canela traz proteção e paz, anulando as energias negativas. Use-a diariamente num difusor de aromas.

6. Incensos também são ótimos para deixar a casa com bons fluidos. Use qualquer um de sua preferência. Acenda-o na porta de casa e caminhe pelos cômodos sempre junto às paredes. Espalhe a fumaça girando a vareta em sentido horário. Use a afirmação da Chama Violeta ou preces para potencializar o efeito de limpeza.

7. Faça uma essência caseira de limpeza super - poderosa. Compre uma pedrinha de cânfora na farmácia e dissolva-a num copo com dois dedos de álcool. Coloque mistura num difusor spray (do tipo usado para regar plantas ou espalhar produtos de limpeza) e complete com água. Borrife os cômodos.

Orações8. Caso seja cristão, deixe uma Bíblia permanente aberta em um desses salmos  11, 30, 90, 113, 118 ou 120. Leia-os diariamente, pedindo a Deus proteção e harmonia para o seu lar.


9. Faça a seguinte oração em cada cômodo da casa: Pelo bem superior e dentro da Verdade Divina, peço que todas as vibrações dissonantes sejam removidas, encerradas eu sua própria luz, levadas à fonte para serem purificadas, não retornando mais para nós e para nenhuma outra pessoa.

Chama Violeta10. Violeta é a cor da transmutação -- a capacidade de transformar o negativo em positivo. Mentalize o ambiente completamente envolvido por uma intensa chama nessa tonalidade. Ao mesmo tempo, repita quantas vezes quiser a afirmação: meu lar é um lar de Fogo Violeta, meu lar é a pureza que Deus deseja.

11. Você também pode invocar a proteção dos Anjos do Fogo Violeta para o seu lar. Escolha um cantinho especial onde possa acender, num sábado, uma vela de sete dias na cor roxa ou lilás. Peça ao Arcanjo Ezequiel que instale ali a chama da transmutação, consumindo tudo o que possa perturbar a paz de sua casa. Reforce o pedido todos os dias


SINOS

12. Parece simples demais, né? Basta tocar um sino em cada canto do cômodo e na porta. Defina mentalmente a intenção de que as ondas sonoras levem a energia negativa embora e tragam a energia positiva para dentro.

ESPELHOS
13. Para atrair energia positiva, espalhe vários espelhos pela casa – mas evite aqueles com bordas afiadas. Eles também ajudam a limpar a mente.

CRISTAIS
14. Coloque um potinho com cristais ( já limpos e energizados) em sua casa. Colocar  a pedra ônix é fundamental

PLANTAS
15. colocar ao lado da porta principal ( pode ser pelo lado de dentro também) plantas como Espada de São Jorge, Comigo Ninguém Pode, Arruda, Pé de Pimenta. Você pode colocar todas essas ou escolher uma só

ALHO
16. Faça uma trouxinha com tecido preto ( pode ser tnt). Dentro coloque sal grosso e uma cabeça de alho. Amarre com uma fitinha preta na maçaneta da sua porta. De tempos em tempos faça uma nova trouxinha e jogue a outra no lixo. 



quinta-feira, 2 de março de 2017

o uso da CANELA

*Canela
Atributo Mágico - cura falta de dinheiro, nos traz poderes psíquicos, buscas espirituais, amor, sucesso, limpeza, purificação, bênçãos, melhoria das comunicações e também auxilia na meditação.
A cozinha da bruxa usa a canela em muitos dos feitiços e rituais como, bolsas de proteção, garrafas de bruxas, sacos de charme e em alguns dos aromas, principalmente se for usá-la com a intenção de sucesso, mas é um protetor contra inveja que cheira deliciosamente!

Um pau de canela faz um incenso excelente, porque arde lentamente, liberando uma energia potente. A canela tem uma vibração elevada e pode ser adicionado a maioria das magias simplesmente para aumentar seu poder.

A canela pode ser usada para atingir um estado superior de espiritualidade e como um auxilio a clarividência e estimular os poderes psíquicos.

Incorporados a um feitiço ou encantamento, a canela pode ser usada para dar um impulso a sua criatividade e também pode ser utilizada para reforçar sua vontade e determinação.

Assopre canela sobre os cantos de seu lar.Uma maneira de restaurar a energia do ambiente,para reforçar este ato mágico entoe a seguinte prece:
CANELA QUE TUDO DÁ VIGOR
QUE TRAZ A SAÚDE, PROSPERIDADE E AMOR
EM CADA CANTO DO MEU LAR SEU PÓ EU ASSOPRO
POIS DENTRO DESSE RECINTO SOMENTE A BONDADE TEM LUGAR
A INVEJA, MALDADE E DOENÇA NUNCA AQUI IRÁ FICAR


Outra magia bem conhecida e eficiente:
No primeiro dia do mês, coloque um pouco de canela em pó na mão, abra a porta de sua casa, vire-se de frente para a porta aberta e sopre a canela para dentro de casa  dizendo:
QUANDO ESSA CANELA SOPRAR, A PROSPERIDADE NESSA CASA VAI ENTRAR

Não lave a mão para tirar a canela. Esfregue uma mão na outra sobre a sua cabeça. Depois pode lava-las


quarta-feira, 1 de março de 2017

Aulas de DANÇA DO VENTRE e DANÇA CIGANA, Vitória ES

Professora, coreógrafa e dançarina Cínthya Hayka
A mais de 25 anos ministrando aulas de Dança do Ventre e Dança Cigana
Aulas individuais ou em grupo para todas as idades.
Locais: Casa da Stael ( Rua 7), em espaços, condomínios e em domicílio

Fanpage:  DANÇA CIGANA/VENTRE CINTHYA HAYKA

email: artemizh@hotmail.com

canal do Youtube: CINTHYA HAYKA

cel: (27) 999289996

video

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

a verdade sobre os ciganos

A VERDADE CIGANA
No passado, nós, ciganos éramos conhecidos como os "senhores da estrada". Andávamos de um lugar para outro, atravessando rios e florestas.
Percorríamos a Índia inteira, chegando ao Oriente Médio, para depois retornar. Atravessávamos reinos inimigos entre si. Para se ter uma idéia, só o Rajastão era dividido em pelo menos cem pequenos reinos.
Nós dispúnhamos de um salvo-conduto especial para atravessar uma determinada região. É que todo mundo precisava do nosso trabalho.
De fato, transportávamos mercadorias, servíamos de "correio" para as longas distâncias e éramos também os banqueiros dos grandes senhores - podíamos comprar ouro e trocá-lo por bens de consumo ou dinheiro.
Muitas vezes, o ouro e os objetos preciosos não eram carregados por nós em nossas longas viagens. Preferíamos enterrar tudo em lugares secretos.
No momento certo, sabíamos qual caixa-forte abrir para fazer os nossos negócios.
Nunca fizemos guerra. Como outros clãs, durante uma guerra, podíamos ser recrutados para ajudar um determinado exército, mas nunca para o combate.
Ficávamos na retaguarda, prestando às tropas todo tipo de serviço necessário. Em caso de derrota, nada sofríamos, porque todos reconheciam o nosso valor social.
Outras atividades importantes sempre foram a música, a dança, a acrobacia e o teatro nas cortes dos reis ou para os soldados.
Hoje, vocês podem encontrar-nos aos milhões em periferias anônimas, pobres, às vezes miseráveis. Dignidade suficiente, porém, não nos falta, numa sociedade que mudou muito desde os tempos em que nós, ciganos, éramos reis das estradas. Éramos os Banjaras (ciganos músicos e dançarinos)
Mas , aproveito para lembrar de outros clãs:
Os Hakkipikki – caçadores do centro sul da Índia;
Os Gadha Lohar – que trabalham com metais;
Os Rabari – pastores de ovelhas, cabras e camelos;
Os Korwas – fabricantes de pulseiras, colares e coroas;
Os Kalibilias, os Nat e os Bopas – dançarinos, músicos, acrobatas de circo.
Estes são os verdadeiros nomes dos clãs que deram origem às pessoas que no futuro seriam chamados de ciganos.
Conforme vimos acima, “cigano” é um termo genérico surgido na Europa do Século XV.
Nós, no entanto, costumamos usar autodenominações completamente diferentes. E hoje, costumamos distinguir três grandes grupos:
os ROM, ou Roma, que falam a língua romani; são divididos em vários sub-grupos, com denominações próprias, como os Kalderash, Matchuaia, Lovara, Curara entre outros; são predominantes nos países balcânicos, mas a partir do Século XIX migraram também para outros países europeus e para as Américas;
os SINTI, que falam a língua romani-sintó são mais encontrados na Alemanha, Itália e França, onde também são chamados Manush;
os CALON ou KALÉ, que falam a língua caló, “ciganos ibéricos”, que vivem principalmente em Portugal e na Espanha, onde são mais conhecidos como gitanos, mas que no decorrer dos tempos se espalharam também por outros países da Europa e foram deportados ou migraram inclusive para o Brasil.
Estes grupos e dezenas de sub-grupos, cujos nomes muitas vezes derivam de antigas profissões (Kalderash = caldeireiros; Ursari = domadores de ursos, entre outros) ou procedência geográfica (Moldovaia, Piemontesi,entre outros.), não apenas têm denominações diferentes, mas também falam línguas ou dialetos diferentes.
A discriminação e o preconceito não vem apenas dos não-ciganos, também existe entre os clãs, e tem suas origens arraigadas no princípio de nossa História (na separação entre castas indianas e sua falta de mobilidade social). Mas como se isto não bastasse alguns clãs ciganos ainda se discriminam mutuamente, também, por outro motivo: os ciganos sedentários muitas vezes olham com desprezo para os ciganos nômades, dizendo: eles persistem nessa vida “primitiva”, enquanto os nômades acusam os sedentários de terem abandonado as tradições, e com isto terem deixado de ser ciganos.
Ao chegarmos na Europa, no início do Século XV, nós, ciganos, podíamos ainda ser identificados através de nossa aparência física, sendo a característica mais marcante a nossa pele escura. Hoje isto já não é mais possível. Casamentos com não-ciganos sempre ocorreram, de modo que em muitos países hoje, nós fisicamente, não nos distinguimos da população gadjé (não-cigana) nacional. Ciganos “racialmente puros” hoje não existem mais em canto algum do mundo, e do ponto de vista da Antropologia, nunca existiram, porque nunca existiu uma “raça” exclusivamente classificada como cigana. Ou um país, cujo habitante fosse denominado de cigano. Impossível, portanto, identificar os ciganos através de características físicas peculiares ou estabelecer “critérios biológicos de ciganidade”.
Classificar como “verdadeiros ciganos” todos aqueles que falam um dos vários dialetos romani, também não adianta, porque muitos ciganos já não o falam mais e outros o dominam muito mal, ou até já o esqueceram por completo.
Afirmo como antropólogo, linguista e cigano que é inadmissível a distinção entre “verdadeiros ciganos”, aos quais se atribuem uma origem exótica e riqueza cultural, e “os outros”. Ou seja: não existem ciganos autênticos e falsos ciganos: existem apenas Rom, Sinti e Calon, que possuem inúmeras autodenominações, que falam centenas de dialetos, que têm os mais variados costumes e valores culturais, que são diferentes uns dos outros, mas que nem por isso são superiores ou inferiores uns aos outros.
Em comum, todos, nós, ciganos, temos apenas uma coisa: uma longa História de Espiritualidade, de Arte, de perseguição, de discriminação pelos não-ciganos , em todos os países por onde passamos, desde o nosso êxodo do norte da Índia até ao aparecimento na Europa, no início do Século XV.

por Gitana Raio d'Sol



Aulas de Dança do Ventre . Vitória ES

Professora, coreógrafa e dançarina Cínthya Hayka
A mais de 25 anos ministrando aulas de Dança do Ventre e Dança Cigana
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Locais: Casa da Stael ( Rua 7), em espaços, condomínios e em domicílio

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